16 de outubro de 2011

Jeová o deus ET e a origem da maçonaria


As Origens da Maçonaria e o Templo de Salomão


O Clã de Yahwéh/Enlil – Deus da tempestade

O mais antigo relato de Yahwéh ocorreu por volta de 3500 anos atrás. Ele
era a divindade tribal de um pequeno clã de pessoas que trabalhavam os metais e
viviam nas montanhas da Península do Sinai, entre o golfo de Suez e o Golfo de
Acaba. É um lugar remoto e inóspito com poucos recursos, além de pedras preciosas
e minerais dispersos que têm sido extraídos de lá desde do início das
civilizações. Era o clã cainita, procuravam minerais para extrair, sendo uma

vida muito dura. O Antigo Testamento fala de sua grande habilidade na arte de
trabalhar tanto o ferro quanto o bronze para inúmeras finalidades.


Os cainitas tiravam seu nome da crença de que eram descendentes de Caim,
filho de Adão e Eva, e o deus deles era Yahwéh, que era considerado uma
divindade da tempestade das Montanhas do Sinai.

Não por acaso Moisés viveu ali, havia trabalhando para os cainitas como

pastor, por pelo menos 40 anos. Era um andarilho barbado, originalmente um
general bem barbeado do exército egípcio e importante membro da corte real até
cometer um assassinato e entrar fugido no deserto do Sinai. Moisés casou com
Séfora, que era filha do Jetro, ou sumo sacerdote e chefe dos cainitas. Moisés
e o irmão Aarão tinham também sido iniciados no sacerdócio dos cainitas e
começado a cultuar seu deus, Yahwéh (provavelmente um desvio das tradições 

sumério-acadianas e Babilônicas).

Moisés, Josué e Davi – A Invasão de Canaã

Um grupo liderado por Moisés, e mais tarde por seu sucessor Joshua (Josué)
– palavra hebraica para Salvador -, avançou para o leste e para o norte até a
terra de Canaã, que mais uma vez estava prometendo ser “uma terra de fartura”.
Ao chegar, começaram a destruir cada lugarejo com que deparavam para se
apoderar da comida e do suprimento de água. O trecho seguinte é típico da
matança para qual parecem ter sido instruídos por Yahwéh:




Disse-me então Yahwéh: “Eis que já comecei a entregar-te a Seon,
juntamente com sua terra. Começa a conquista para tomar posse da sua terra”.

Seon saiu ao nosso encontro com todo o seu povo, para batalhar em Jasa. Yahwéh,
nosso deus, no-lo entregou e nós o vencemos, bem como seus filhos e todo seu
povo. Apossamo-nos então de todas as suas cidades e sacrificamos cada uma delas
como anátema: homens mulheres e crianças, sem deixar nenhum sobrevivente,
exceto o gado, que tomamos para nós como despojo, como também o saque das
cidades que conquistamos.

Ao que parece, seguindo instruções explícitas de Deus, cada homem mulher
e criança foi assassinado e seus bens saqueados em vilas e cidades numerosas
demais para serem listadas.


O tempo se passou e Yahwéh e seu povo ocuparam boa parte da “terra
prometida”. Mais de quatro séculos depois, o povo eleito de Yahwéh chegou a
cidade Santa de Jerusalém, que foi submetida a Davi, rei dos israelitas.
Afirma-se que Davi encarregou 30.000 homens de escoltar a Arca e seu conteúdo
divino para sua nova capital. Para cumprir a etapa final da jornada, a casa
móvel de Yahwéh foi colocada num carro novo, conduzido por Oza e Aio, filhos de
Abinadab.


Enquanto o carro seguia adiante, Oza de alguma maneira invadiu
acidentalmente o espaço pessoal de Yahwéh e morreu instantaneamente numa bola

de fogo. Davi ficou muito irritado com a divindade temperamental e decidiu
prosseguir. Depois de algum tempo, no entanto, foram feitos arranjos para que a
viagem continuasse e Davi fez o melhor que pode para agradar a Yahwéh,
sacrificando um boi a cada seis passos, e no tradicional estilo cananeu, com
música e seu pessoal dançando em volta do carro enquanto ele seguia
tropegamente à frente.


A Ascensão de Salomão

Na chegada a Jerusalém, Davi decidiu construir um templo para Yahwéh e
sua arca num local acima da cidade, que teria sido o ponto exato onde Abraão
pretendera sacrificar o filho Isaque, talvez quase 1000 anos antes, como
descrito no capítulo 22 do Genêsis.


Os israelitas se instalaram em sua nova cidade capital e conforme o 2º
livro de Samuel, Davi logo se apaixonou por uma bela mulher chamada Betsabeia,
que tinha visto de sua janela quando ela estava no banho. Betsabeia era esposa

de Urias, um dos oficiais de Davi, mas mesmo assim o rei fez com que a
toruxessem para seus aposentos onde teve prontamente relações com ela. Isso
resultou numa gravidez e o rei astuciosamente decidiu chamara Urias do campo de
batalha para que relaxasse, se banhasse e tivesse algum tempo para visitar a
esposa – na esperança de que a gravidez fosse atribuída a Urias.

Mas Urias recusou a oferta do rei. Dizendo que não poda “ir para minha
casa, para comer, beber e me deixar com minha esposa” enquanto seus
companheiros soldados estavam numa situação miserável, ao relento no campo de
batalha. Não podendo se arriscar a ser alvo da ira de um popular general, Davi
tomou providências para que Urias fosse colocado na frente de combate, onde
logo foi morto.

Davi tomou Batsabeia como esposa, que posteriormente deu à luz o filho
dos dois mas a criança morreu, a despeito das muitas preces de Davi a Yahwéh.

Betsabeia, no entanto, deu logo outro filho a Davi. Conforme o 2º livro
de Samuel, 12,25, deram-lhe o nome de Jedidias, que significa “amado de
Yahwéh”, embora o versículo anterior diga que a criança foi chamada de Salomão
(Shelomoh em hebraico). Vários estudiosos sugeriram que seu nome normal era
Jedidias e que só tomou o nome de Salomão quando o reino que coubera a Davi
durante 40 anos chegou ao fim e o trono foi ocupado por ele. Essa interpretação

faz muito sentido porque “Salomão” é um nome cananeu, que celebrava o velho deus
da cidade. Shelomoh era uma espécie de jogo de palavras relacionado com Salém,
nome original de Jerusalém – significando o planeta Vênus -, que por sua vez
estava associado com a paz.


A ascensão de Salomão ao trono teve lugar em 971 a.c. ou possivelmente
no início do ano seguinte. Durante seu reinado de 40 anos, Salomão se cercou de
todo luxo e toda grandeza externa de um típico monarca cananeu, mantendo 700
esposas e 300 concubinas. Salomão é lembrado de que seus primeiro anos
trouxeram grande prosperidade e influência para o pequeno reino israelita.

Juntamente com a tradicional devoção israelita a Yahwéh, Salomão cultuava uma série de outros deuses. A ideia de que o deus tribal de Israel era o único deus existente ainda não havia criado raízes. O próprio Salomão não via incoerência em sua devoção a uma série de divindades.




Entre as práticas mais desagradáveis adotadas por ele estava sacrifício
dos filhos ao deus Moloque, uma antiga divindade solar cananeia. Acreditava-se
que fosse um procedimento necessário para os cananeus que quisessem ser
verdadeiros reis – designados e habilitados pelos deuses do céu. Foi uma
prática que a nação israelita levaria a termo durante centenas de anos antes de
abolir de vez o procedimento e inventar técnicas menos grotescas de definir o direito ao trono.



A palavra Moloque deriva da raiz Malak, significando rei. Moloque
significa literalmente o ato de se tornar ou ser o monarca, reinando sob a
autoridade dos deuses.

Salomão e seu governo prospera e ele entrou em uma aliança com Hiram I,


rei fenício de Tiro, que lhe deu grande auxílio em suas extensas obras de
construção – muito particularmente no grande templo onde Yahwéh poderia
residir.


A Estrela Shekinah

A monarquia politeísta de Salomão exigia um templo que fizesse conexão
com os deuses – uma espécie de “centro de comunicações” que desse ao governante
“um canal para o reino dos deuses nos céus”. A chave para uma tal construção se
encontrava numa compreensão da astronomia e, muito particularmente, nos
movimentos a longo prazo do planeta Vênus – a deusa Astarte.

O culto da deusa Astarte (Ishtar, Asherat, Anat, Asherat, Baalat-Gebal,
Ashtar) era de suma importância para Salomão. Astarte estava relacionada com a
fertilidade, a sexualidade e a guerra. Em alguns cultos na palestina foi
relacionada como esposa de Yahwéh, pelo nome Asherah.





Vênus é de longe o objeto mais brilhante do céu depois do Sol e da Lua eaparece pouco antes do amanhecer, como “estrela da manhã”, ou logo depois do
anoitecer, como “estrela vespertina”.

A cada oito anos Vênus retorna ao mesmo ponto no céu, mas as estrelas
que estão no fundo são agora diferentes; astronomicamente falando, Vênus
cumpriu um quinto do caminho através do zodíaco – terminando onde havia
começado. A cada 40 anos Vênus executa uma volta completa no zodíaco –
 terminando onde havia começado. Esse movimento é muito preciso, sendo um
ótimo calendário aos sacerdotes. Ao viajar através dos céus, o planeta parece
desenhar uma estrela de cinco pontas em volta do Sol – e essa é a base do
pentagrama.
Como os reis antes e depois dele, Salomão sabia que cada aspecto
importante da vida era governado por aquele período divino de 40 anos,
como registra o Antigo Testamento:
Moisés conduziu o povo pelo deserto durante 40 anos, desde a
idade de 80 anos (início do terceiro ciclo de Vênus) até sua morte aos 120 (fim do terceiro ciclo);
Por todo o antigo testamento Deus frequentemente permite que a terra repouse por 40 anos;
Israel agiu mal e Deus lhe deu um inimigo de 40 anos;

Eli foi juiz de Israel por 40 anos; Saul, o primeiro rei ungido de Israel, tornou-se rei aos 40 anos de idade e governou por exatamente 40 anos; Isbaal tinha 40 anos quando começou seu reinado;

O rei Davi governou 40 anos.


Salomão sabia que ele próprio só poderia reinar por 40 anos, e
assim o fato se realizou.

Havia apenas um poder astral maior que Vênus e seu ciclo de 40 anos;
era a sagrada Shekinah. Esta brilhante “estrela” apareceria no céu em
períodos de cada 12 ciclos de Vênus – a cada 480 anos. Ela se mostraria
várias vezes durante alguns anos antes de desaparecer de novo.
Shekinah é causada pela conjunção dos planetas Mercúrio e Vênus – o que
significa que, vistos da Terra, eles se sobrepõe e parecem uma única estrela,
extremamente brilhante.





Acreditava-se (ou ainda acredita-se) que o aparecimento da Shekinah
anunciava os momentos mais notáveis da história israelita e judaica. Uma
particular importância tinha lugar a cada 1.440 anos -, quando o brilhante
objeto está exatamente no mesmo lugar dentro do zodíaco. Um tal aparecimento da
Shekinah deveria cair no solstício de inverno de 967 a.c. e Salomão ordenou que
o terreno fosse limpo no topo da colina ao norte da cidade, para o lançamento,
exatamente naquele dia, da pedra fundamental do templo outrora idealizado.

Segundo os cálculos sacerdotais, a divina Shekinah apareceria no ainda escuro
céu matutino como um farol brilhante, pouco antes da aurora.

Aquela data, diziam os sacerdotes, estaria ocorrendo precisamente 1440
anos após a arca de Noé, que quando as nuvens de tempestade do Dilúvio
finalmente se separaram a “luz” divina brilhou por entre elas.

Salomão e os sacerdotes acreditavam que o aparecimento anterior da
Shekinah, 480 anos antes, tinha ocorrido quando Moisés conduziu o povo através
do Mar Vermelho.

A Shekinah era a junção do masculino (Yahwéh) e o feminino (Astarte ou
Asherah). Representava o feixe de luz masculino penetrando o solo feminino
fértil.
A motivação de Salomão era certamente mais complexa que um simples
desejo de cumprir a vontade de seu pai, Davi, construindo um templo em
Jerusalém para venerar Yahwéh. Ele queria mais que isso: queria um templo que
funcionasse como um máquina para produzir uma resposta à luz da Shekinah. Uma
espécie de comunicação entre a humanidade e os deuses.

Salomão precisava de um dispositivo Shekinah que o conectasse, por meio
do seu deus Yahwéh (uma espécie de roteador?), com o cosmos acima (

Aqui vemos a concepção de que Céu não é espiritual e sim material, o que reforça a
 tese de que os deuses eram extraterrestres). Infelizmente, nenhum sacerdote
da tribo de Israel conseguiria construir tal estrutura. Foi necessário chamar
estrangeiros mais especializados, o que dará início ao embrião da maçonaria.


Hiram Abiff, o primeiro Maçon


Por não ter mão de obra especializada, Salomão teve de pedir a Hiram, o
rei da cidade-estado fenícia de Tiro, no atual Líbano, para ajudá-lo. A Fenícia
foi o primeiro grande grupamento étnico caucasiano (ariano) a ser formado como
descendente consanguíneo da Fraternidade Babilônica, um grupo que
remonta as épocas mais remotas da civilização humana. Detentor absoluto dos
Antigos Mistérios, e fundadores das “Escolas de Mistérios”. Iniciou-se como um
grupo nas montanhas do Cáucaso, os chamados arianos, e influenciaram a maioria
das culturas antigas, da Grécia até a Índia (em uma matéria posterior falareimais sobre está Fraternidade).

Hiram cedeu engenheiros, trabalhadores qualificados e matéria prima
adequada. Em troca, Salomão taxou violentamente o povo, extraindo produtos como
azeite, trigo e vinho para serem mandados a Tiro.

Astarte era divindade principal da cidade de Tiro, portanto os
sacerdotes fenícios tinham um conhecimento inigualável dos movimentos de Vênus,
mesmo em comparação a egípcios e babilônicos. Os habitantes de Tiro eram ricos
e cultos, um modelo para Jerusálem.

O homem enviado pelo rei fenício com a incumbência de edificar o novo templo em Jerusalém foi Hiram Abiff: mestre artesão e alto sacerdote. Todos os pedreiros selecionados por ele para
construir o templo eram também sacerdotes e veneravam vários deuses.





Com a ajuda de Hiram Abiff, a pedra fundamental do novo templo foi
devidamente lançada em 967 a.c., quatro anos depois de Salomão ter subido ao
trono de Jerusalém e dois anos depois de Hiram ter se tornado rei de Tiro.


O Centro exato do templo tinha de ser erguido no terreno alto ao norte
da cidade, que agora faz parte do Monte do Templo, para que a luz do sol nascente,
durante todo o ano, irrompesse no horizonte em pontos precisos sobre a encosta
da colina leste. O sol se levanta exatamente a leste duas vezes por ano, uma na

primavera e outra no outono, nos dois equinócios, quando há exatamente 12 horas
de luz do dia e 12 horas de escuridão.

A localização de Jerusalém não era acidental, pois trata de um lugar
ideal para observar o nascer e o pôr do sol. O ângulo das sombras projetadas
pelo sol nascente e poente varia de acordo com a longitude. No Equador, cada dia
é mais ou menos igualmente dividido em luz e escuridão e o dia surge exatamente
a leste e se põe exatamente a oeste. Nos pólos, o sol nunca se põe no verão e
nunca surge no inverno. No meio desses extremos, o ângulo entre os dois
solstícios aumenta à medida que a pessoa se afasta do Equador. A latitude de
Jerusalém é 31º47’ norte, que significa que o ângulo das sombras projetadas

pelos solstícios de inverno e verão é precisamente de 60 graus!

Para observar isso, só se precisava desenhar um círculo no solo e
colocar uma estaca vertical no leste e outra a oeste. Na manhã do solstício de
inverno, a estaca leste projetaria uma sombra de 30 graus ao norte do centro e
nessa noite a estaca do oeste projetaria uma sombra de 30 graus ao sul do

oeste.
Aconteceria o aposto no solstício de verão, criando uma forma de
diamante dentro do círculo. Uma linha norte-sul cruzando os dois ângulos produz
um sinal indicativo que é único para essa latitude – e em Jerusalém forma a
perfeita estrela de seis pontas que é conhecida como Selo de Salomão ou Estrela
de Davi. Esse símbolo é um diagrama solar, que celebra a posição geográfica de Jerusalém.


Hiram Abiff, como bom sacerdote fenício, e adorador da deusa
Astarte/Asherah, não queria somente que o Templo se limitasse aos padrões
básicos do nascer e do pôr do sol. O nome Jerusalém na língua cananeia
significa “fundação para observar a ascensão de Vênus e Hiram queria calcular
os movimentos de Vênus e dos padrões extremamente complexos da Shekinah quando

ela se ergue à frente do sol.

Imaginem o momento em que a Shekinah chegou, como previsto, em 967 a.c.,
1440 anos depois do Dilúvio, no momento em que a pedra fundamental do novo templo
era lançada. A estrela da manhã surgiu rapidamente e iluminou toda a paisagem
por durante dez minutos, e os espectadores de joelho ficaram maravilhados.



Segredos do Templo

Conhecimento é poder, e os israelitas esperavam que Hiram Abiff
revelasse a eles os segredos da astronomia e como chegar até os deuses.
O Antigo Testamento não se detém nos detalhes do trabalho da construção
do templo, mas surpreendentemente as tradições orais da Maçonaria o fazem. Eles
descrevem os acontecimentos cercando a construção do templo do rei Salomão em
considerável detalhe e o ritual maçônico do Terceiro Grau é uma parte importante dessa informação.



No ritual do Terceiro Grau da Maçonaria diz que o rei Salomão, o rei
Hiram e Hiram Abiff foram três Grandes Mestres. Isso sugere que ocupavam lugar
numa ordem secreta que estaria de alguma maneira conectada à Maçonaria ou seria
análoga a ela. Diz-se que eles se encontravam numa câmara secreta diariamente
sob o “sacrário” do Templo – o santuário interno onde ficava a Arca da Aliança.
Essa câmara se conectava por um corredor ao palácio de Salomão, na cidade do
sul.

Segundo a cultura maçônica, como expressa no rito de Terceiro Grau,
quando o templo estava quase completo, quinze veteranos pedreiros-sacerdotes
israelitas, que estavam trabalhando como feitores, começaram a se preocupar com
o fato de ainda não possuírem os segredos e decidiram recorrer a todos os meios
para obtê-los – mesmo se isso significasse recorre à violência. Esse
conhecimento tão importante estava relacionado com o poder de capturar a luz da Shekinah dentro do templo.


Esses pedreiros-sacerdotes resolveram preparar uma emboscada para Hiram
e arrancar seus segredos pela força. Mas doze dos quinze acharam que isso era
errado e saíram da trama. Sobraram três conspiradores que se colocaram nas
entradas do templo, ao leste, norte e sul, e esperaram que o mestre chegasse
para venerar o deus Sol. Sabiam que El sempre fazia isso quando dava meio-dia,
quando o sol estava no zênite.

Tendo concluído suas orações, Hiram tentou retornar pela entrada sul,
onde foi desafiado pelo primeiro dos sacerdotes que, segundo a lenda, tinha se
armado com uma pesada régua de prumo. Erguendo a arma de modo ameaçador, exigiu
ser inteirado dos segredos de um Mestre Maçom, advertindo que a conseqüência de
uma recusa seria a morte.

Hiram Abiff respondeu que aqueles segredos só eram conhecidos por três
pessoas no mundo e que, sem o consentimento e cooperação dos outros dois (o rei
Hiram e o rei Salomão, não poderia, nem queria, divulgar os segredos e que
preferia ser executado a trair a confiança sagrada depositada nele. O feitor,
então, dirigiu um violento golpe para a cabeça de Hiram, mas não conseguiu
acertar sua testa e só atingiu de raspão na têmpora direita, o que fez o mestre
cambalear e cair sobre o joelho esquerdo. Recuperando-se do choque, Hiram
avançou para a entrada norte.

Lá foi abordado pelo segundo dos conspiradores, que estava armado com um
prumo. Hiram novamente repeliu a exigência que o homem fazia de conhecer os
segredos e foi imediatamente atingido por um violento golpe, dessa vez na
têmpora esquerda, que o fez cair no chão apoiado no joelho direito. Hiram
cambaleou, fraco e sangrando, para a entrada leste, onde o terceiro conspirador
armado com uma marreta atingiu-o com um golpe fatal na testa.


A ausência de Hiram logo foi percebida, e alguns dos sacerdotes mais
antigos foram contar a Salomão sobre o desaparecimento do mestre. No mesmo dia
doze artesãos que tinham originalmente se juntado à conspiração compareceram
diante do rei e fizeram uma confissão voluntária de tudo que sabiam.

O rei Salomão selecionou quinze dos seus melhores homens e ordenou-lhes
que fizessem uma busca cuidadosa de Hiram. Muitos dias transcorreram em busca
infrutífera até que um dos homens agarrou-se a um arbusto que, para sua
surpresa, saiu facilmente do solo. Ao examinar mais de perto, ele descobriu que
a terra fora recentemente revolvida e , cavando alguns centímetros com seus
companheiros, logo encontrou o corpo de Hiram.

O rei Salomão ordenou que os homens lavassem o corpo de Hiram Abiff para
um sepultamento adequado. Os assassinos foram encontrados em uma caverna e
confessaram o crime. Salomão os sentenciou a uma morte terrível.

O templo foi finalmente concluído, mas diz-se no ritual maçônico que os
verdadeiros segredos continuaram perdidos, até os dias de hoje (será?).


Uma Nova Ordem Surge






Após esse triste episódio o rei Salomão convocou uma assembléia de todos os sacerdotes que viviam em sua terra e pronunciou o julgamento de que todas as crenças e deuses eram parte de uma única verdade integral. Ele é Ela e Ela é Ele; a luz Shekinah é a verdadeira
luz de todas as verdades.
Todos os deuses são apenas fragmentos de uma singularidade integral, que
é a mesma única e divina. Exatamente como cada pessoa faz parte da humanidade.
Salomão respeitava as tradições de Enoque, que antigamente eram para
muitos judeus ainda mais importantes que as de Moisés.

Enoque esteve na Terra 2.000 anos antes de Moisés, e a existência do
clero enoquiano retrocede até muito antes de haver qualquer conceito de
judaísmo. Há um grau maçônico chamado “O Real Arco de Enoque”, e, também o
famoso Livro de Enoque. Por volta de 500 d.c. as cópias deste livro foram
destruídas, restando apenas os originais hipoteticamente no Vaticano. Porém,
por uma ironia do destino, ou porque Eles quiseram, foram encontrados cópias
nos famosos Manuscritos do Mar Morto e decifrados há mais de 50 anos

O rei Salomão decidiu empossar uma nova ordem sacerdotal baseada nos mistérios e ritos do clero enoquiano. A missãodeles era instaurar uma Nova Ordem Mundial, onde os deuses seriam vistos comoparte de um só. Essa nova divindade suprema é o Deus dos modernos judaísmo, cristianismo e islã, ou seja, essa Nova Ordem foi instaurada com gigantesco
sucesso e perdura até os dias de hoje.

Os segredos da ordem sacerdotal de Salomão seriam passados de pai para
filho, e o clero deveria ficar invisível ao homem comum. Sua missão era
construir um mundo em que usariam sua influência para assegurar que todos os
deuses fossem dignificados para glória da divindade máxima. Sua tarefa era
unificar o mundo inteiro numa sociedade única, onde Deus governasse por meio do
rei, seu regente na Terra. Deviam alcançar esse objetivo por qualquer meio,
incluindo o uso criterioso do dinheiro, influência política e, se tudo mais
falhasse, a força (a mais utilizada).





O centro dessa nova grande ordem ia ser Jerusalém.
Esses sacerdotes enoquiano deviam se transformar num clero hereditário
que transmitiria seu antigo conhecimento às novas gerações. E, 2500 anos mais

tarde, esse corpo sacerdotal continua suas obras sob a capa de uma ordem
chamada Maçonaria.

Conclusão

Considerando as transformações na humanidade, vemos que essa Nova Ordem
Mundial de Salomão, surgida há milênios, foi a iniciativa de maior sucesso na história da civilização humana.

Sendo assim, Salomão torna-se um dos maiores líderes da história da humanidade, e não apenas o rei de uma pequena tribo. Suas atitudes e pensamentos mudaram a trajetória neste planeta. Será que ele teve ajuda externa?


Sim. Foram comandados pelos arianos da Nobreza Negra da Fenícia,
ligados a Fraternidade Babilônica, que por sua vez tinham ajuda externa,
e aprenderam muito nas montanhas com os deuses e inteligências superiores do
universo.

Ao mesmo tempo livros que descrevem a vida de Salomão, como o Kebra
Nagast, mostram este rei absoluto e respeitado, viajando em seus carros
voadores e utilizando dispositivos engraçados como a estranha “zion” para falar
com Deus. Uma tecnologia impossível para época. Ajuda externa? Sim. Está bem

documentado.


O Livro de Enoque é outro grande mistério, contém grandes verdades e um
retrato de uma época onde “anjos” e humanos viviam e copulavam. Foi
parcialmente destruído e guardado pelos poderosos, que não esperavam o “achado”
do Mar Morto. Neste livro a uma lista do nome dos anjos decaídos e suas
profissões, assim como dos anjos que bisbilhotavam em nome de Deus. Salomão
tinha profundo respeito por esse livro, e com certeza conhecia a verdadeira
natureza dos anjos e neflins, assim como seus sacerdotes.


É parte do plano fazer com que todos acreditem na existência de apenas
um Deus, porém nem mesmo os fundadores deste pensamento acreditavam nesta
possibilidade. Eles deixaram símbolos e algumas pistas na própria bíblia, para
aqueles poucos que querem descobrir a verdade, ou tem capacidade para
conhecê-la.

Eles sabiam que os deuses não eram espirituais, e isso é claro. O que
será que procuravam na iluminação da Shekinah? A representação de uma luz vinda
do céu, assim como os deuses faziam com seus carros?

A Nova Ordem Mundial foi implantada aos poucos, e nós estamos no centro
dela, não há para onde correr. Eles criaram uma espécie de Matrix, uma
blindagem de desinformação, para que não tenhamos chance de chegar perto da

verdade que eles escondem. A maioria das pessoas não tem capacidade dedistinguir o que foram condicionadas a pensar e o que são pensamentos próprios.
Isso é uma triste condição, um legado tão forte que nem Salomão esperava.



Aos poucos alguns poucos batalhadores vão esclarecendo fatos que
aconteceram na origem de nossa espécie, antes da existência destas ordens
dominadoras, antes da existência destas sociedades de poderosos que buscam
controlar as mentes humanas, antes desta nuvem escura que caiu sobre o mundo,
que não permite que vejamos o horizonte. Que não permite que vejamos nossa
condição perante o universo e nossa própria essência


Por Alan Vieira - Comunidade Ufologia Facebook

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