5 de fevereiro de 2014

"Fomos ENGANADOS" diz médica cubana no Brasil.

"Fomos ENGANADOS"
"Em Cuba eu não tinha internet e aqui tem muita informação. Então fiquei sabendo que fomos enganados. Fizeram um contrato para nós prometendo um dinheiro, mas quando vim para cá foi que me dei conta que não era assim", disse.
 
 
O CASO DA ESCRAVA CUBANA DA DONA DILMA

"Escrava cubana que atuava no Programa 'MAIS Médicos' do candidato Alexandre Padilha deserta, é perseguida pelo Departamento de Polícia Federal de Dilma Rousseff, que atua a serviço dos irmãos Castro, e pede asilo no gabinete de Ronaldo Caiado, deputado federal do Democratas. Ou: Contrato de médica pode ser indício de Caixa Dois Eleitoral!"

Assim escreveu Reinaldo Azevedo, colunista de VEJA e da Folha de S.Paulo. Confira aqui a íntegra do imperdível artigo: http://goo.gl/gDl2dL

Para além do porto de quase R$ 2 bilhões e da promessa de mais R$ 700 milhões, para legitimar o envio anual de R$ 40 milhões para a ditadura comunista de Raúl Castro e Fidel Castro em Cuba, o Ministério da Saúde anunciou em 2013 que os contratos do 'Mais Médicos' seriam realizados pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que é um braço da Organização Mundial da Saúde. #MENTIRA!

Asilada na Câmara dos Deputados do Brasil, a médica Ramona Rodriguez exibe o contrato que, na verdade, foi celebrado com uma tal de "Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Médicos Cubanos", uma excrescência redundante, a qual ninguém ouvira falar antes.

Também vale a pena conferir a matéria de Márcio Falcão, Mariana Haubert, Flávia Foreque e Johanna Nublat, publicada hoje (05) na Folha de São Paulo: http://folha.com/no1407801
 
Pois bem. No caso de Ramona, ela disse receber o correspondente a apenas US$ 400 (mais ou menos R$ 968). Outros US$ 600 (R$ 1.452) seriam depositados em Cuba e só poderiam ser sacados no seu retorno ao país. O restante — R$ 7.580 — engordam o caixa dos tiranos (e pode não ser só isso…). Devem atuar hoje no Brasil 4 mil cubanos. Mantida essa proporção, a ilha lucra por mês, depois de pagar os médicos, R$ 30,320 milhões — ou R$ 363,840 milhões por ano. Como o governo Dilma pretende ter 6 mil cubanos no país, essa conta salta para R$ 545,760 milhões por ano — ou US$ 225,520 milhões.
Ramona fugiu, resolveu desertar. Não consegue viver no Brasil com os US$ 400. Sente-se ludibriada.
 
 
 
 

2 comentários:

  1. A Dra. Ramona Matos Rodrigues tem o direito de querer viver com o namorado em Miami.

    Isso é um problema dela com as autoridades de seu país e não nos cabe, a brasileiros, darmos palpite sobre as regras cubanas de emigração, que, atualmente, só restringem a saída de médicos, cientistas e militares. Os Estados Unidos restringem a entrada em seu país e que, volta e meia, vemos cenas dantescas de dezenas de “chicanos” mortos ocultos em vagões de trem para tentar entrar no “eldorado” americano e ninguém diz que, com isso, ferem a liberdade de ir e vir.

    Mas a Dra. Ramona não tem o direito de ilaquear a boa-fé do povo brasileiro montando uma história farsesca sobre as razões de sua tentativa de fuga para Miami.

    A Folha, hoje, revela o suficiente da históriapara que compreendamos que, como disse Janio de Freitas, esta história “vá dar rumba”.

    A Dra. Ramona se aproveitou da simpatia que lhe teve uma senhora, prestadora de serviços ao “Mais Médicos” para encontrar acolhida em Brasília. Dizia sentir-se só e foi recebida por ela em sua casa, num rasgo de solidariedade.

    Depois de um final de semana, como planejado, foi à embaixada americana pedir para ser “abduzida” àquele país, para surpresa da amiga que, então, disse que para isso sua casa não era abrigo.

    Então a Dra. Ramona montou sua pequena farsa, com a ajuda providencial do deputado Caiado, que critica a “escravidão médica” de Cuba, mas é contra a abolição da escravatura “de peão” proposta na PEC do trabalho escravo.

    Aí veio a cantilena sobre o “fui enganada”, etc, etc, etc…

    A Dra. Ramona usou o congresso e a imprensa brasileira como palco e platéia de seu “teatro”, sem nenhum pudor.

    E os usou porque sabe que, neste país, existe um sistema de comunicação que a transformaria em “heroína” quando é apenas uma pessoa que mente por seus interesses, em lugar de proclamar e lutar por seus direitos abertamente.

    O que, no Brasil, ninguém duvida, poderia ter feito.

    Mas a Dra. Ramona foi contratada por nosso país para atender doentes, não para se portar como uma transtornada – que seja, concedamos a generosa possibilidade – por um amor na Flórida que a leve a mentir na sede do parlamento, diante de toda a imprensa.

    Porque, para esta fila de “vistos” americanos, tem muito brasileiro na frente dela, que sequer vai receber os gordos subsídios que o Governo americano dá aos médicos cubanos dispostos a expatriar-se.

    Ao contrário, se pagassem metade do que paga o Mais Médicos, muitos médicos brasileiros estariam nessa fila, porque Miami. para eles, é lugar de gente.

    Pacajás, no Pará, não.

    Aliás, nada impediria o namorado da Dra. Ramona, se é tão grande este amor, vir para cá.

    Talvez o que o impeça seja, apenas, Miami.

    Mas isso é um problema privado do casal.

    E esse é o pecado imperdoável da Dra. Ramona: transformar os seus quereres pessoais em um caso político em país alheio.

    PS. Desde ontem, no início da tarde, havia essa informação. Como não havia confirmação, não publicamos. Correr o risco da mentira era agir sem dignidade. Coisa que a Dra. Ramona não fez com a opinião pública brasileira.
    Do blog do tarso
    Portanto Sr Célio Ciqueira é necessário informa-se melhor e não cair em qualquer conversa do PIG (partido da imprensa golpista)

    ResponderExcluir
  2. Novas revelações da mararacutaia envolvendo a Sra Dilma...
    O preço do voto ta pesando...

    ResponderExcluir

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