Exclusivo: Fonte de Alto Nível Confirma: EUA está Transferindo Secretamente Armas Nucleares de suas bases
O que será que vai acontecer na Costa dos EUA?
Alerta - Estamos trilhando o caminho para a Terceira Guerra Mundial - A agenda está em curso
Todos os "vermelhos" se levantarão contra o imperialismo dos EUA e seus aliados.
CUIDADO: FALSO ARREBATAMENTO A CAMINHO.
Jogo INWO também revelaque haverá um Falso Arrebatamento, "abdução", com noticias sobre queda de "meteoros, naves espaciais, e alienígenas"
Perigo: Evento solar de grande proporção deve ocorrer nos próximos meses
A inversão do campo magnético do Sol é de fato um evento de grande magnitude
27 de março de 2010
7 de março de 2010
O CLIMA COMO ARMA DE GUERRA.
18:23
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HAARP - A NOVA ARMA DOS EUA: A MANIPULAÇÃO DO CLIMA
"A modificação do clima formará parte da segurança doméstica e internacional e poderá ser usada unilateralmente. A habilidade para gerar precipitações, neve, tormentas ou modificar o espaço exterior...ou a produção de climas artificiais..."
A NOVA ARMA DE DESTRUIÇÃO EM MASSA DOS EUA: A MANIPULAÇÃO DO CLIMA COM FINS MILITARES Por: Michael Chossudovsky
A atenção que o Departamento de Defesa Norte-americano está orientando ao arsenal de armas climáticas todavia não é objeto de debate por parte da opinião pública internacional.
E se é certo que o firme desprezo por parte da administração Bush em ratificar o Protocolo de Kioto tem sido criticado em todo o mundo, a verdade é que o tema da manipulação do clima com fins militares não tem sido suficientemente analisado, apesar de constituir hoje em dia uma verdadeira arma de destruição em massa.
A força aérea norte-americana tem capacidade de manipular o clima, tanto para fins pacíficos como para fins militares. Isto inclui a capacidade de provocar inundações, furacões e secas. Nos últimos anos o Departamento de Defesa reservou grandes quantidades monetárias para o desenvolvimento e aperfeiçoamento desses sistemas. "A modificação do clima formará parte da segurança doméstica e internacional e poderá ser usada unilateralmente.
A habilidade para gerar precipitações, neve, tormentas ou modificar o espaço exterior...ou a produção de climas artificiais, tudo isso constitui parte de um conjunto de tecnologias que podem incrementar o conhecimento tecnológico, a riqueza e o poder dos Estados Unidos para degradar a seus adversários"(US Air Force, enfasis added. Air University of the Use Air Force, AF 2025 final report). Não é necessário dizer que o tema é tabu. Os analistas militares e os meteorólogos se mantém mudos.
Fala-se muito do aquecimento global do planeta, porém, nenhuma palavra sobre o principal programa norte-americano de guerra climática. The High Frequency Active Auroral Reserch Progrom (HAARP), com sede em Gokona, Alaska, é gerado conjuntamente pela Força Aérea e a Marinha de Guerra. Esse programa existe desde 1992. É parte de uma nova geração de armas concebidas no âmbito da iniciativa de defesa estratégica, da qual é responsável a Force Reserch Laboratory?s Space Vehicles Drectorate. Trata-se de um conjunto de antenas com capacidade de criar modificações na ionosfera (o nível superior da atmosfera).
Niccholas Begich, ativista contra o programa HAARP o descreve: "É uma superpoderosa tecnologia de emissão de gases radioativos que elevam as áreas da ionosfera concentrando um gás que esquenta certas áreas... Ondas eletromagnéticas surgem na terra e afetam tudo, seres vivos ou não" (Global Reserch). O cientista de renome mundial, Dr. Rosali Berthel se refere ao HAARP como um gigante aquecedor que pode causar importantes alterações na ionosfera. Para Richard Willians, físico e consultor do David Sarnoff Laboratory em Princeton, "HAARP é um ato de barbárie; os efeitos sob seu uso podem prolongar-se por muitos anos...além disso, o HAARP serve para alterar o sistema de comunicações e de radar do inimigo, pode ainda provocar apagões em regiões inteiras, interrompendo o fluxo de corrente de energia elétrica. A manipulação climática, segundo os observadores, pode ser uma arma "preventiva" por excelência.
Pode ser utilizada tanto em países inimigos como contra países amigos sem seu consentimento. Por isso, quem controle esse conhecimento técnico (como realizar um ataque climático?) poderia usar essa "informação privilegiada" para obter proveito a nível econômico e financeiro. Resumo e extratos de um artigo de Michael Chossudovsky, Global Reserch.
FONTE: CMI MIDIA INDEPENDENTE.
Leiam mais sobre o HAARP no link:
http://celiosiqueira.blogspot.com/2011/09/haarp-no-domingo-espetacular-1109-tv.html
E se é certo que o firme desprezo por parte da administração Bush em ratificar o Protocolo de Kioto tem sido criticado em todo o mundo, a verdade é que o tema da manipulação do clima com fins militares não tem sido suficientemente analisado, apesar de constituir hoje em dia uma verdadeira arma de destruição em massa.
A força aérea norte-americana tem capacidade de manipular o clima, tanto para fins pacíficos como para fins militares. Isto inclui a capacidade de provocar inundações, furacões e secas. Nos últimos anos o Departamento de Defesa reservou grandes quantidades monetárias para o desenvolvimento e aperfeiçoamento desses sistemas. "A modificação do clima formará parte da segurança doméstica e internacional e poderá ser usada unilateralmente.
A habilidade para gerar precipitações, neve, tormentas ou modificar o espaço exterior...ou a produção de climas artificiais, tudo isso constitui parte de um conjunto de tecnologias que podem incrementar o conhecimento tecnológico, a riqueza e o poder dos Estados Unidos para degradar a seus adversários"(US Air Force, enfasis added. Air University of the Use Air Force, AF 2025 final report). Não é necessário dizer que o tema é tabu. Os analistas militares e os meteorólogos se mantém mudos.
Fala-se muito do aquecimento global do planeta, porém, nenhuma palavra sobre o principal programa norte-americano de guerra climática. The High Frequency Active Auroral Reserch Progrom (HAARP), com sede em Gokona, Alaska, é gerado conjuntamente pela Força Aérea e a Marinha de Guerra. Esse programa existe desde 1992. É parte de uma nova geração de armas concebidas no âmbito da iniciativa de defesa estratégica, da qual é responsável a Force Reserch Laboratory?s Space Vehicles Drectorate. Trata-se de um conjunto de antenas com capacidade de criar modificações na ionosfera (o nível superior da atmosfera).
Niccholas Begich, ativista contra o programa HAARP o descreve: "É uma superpoderosa tecnologia de emissão de gases radioativos que elevam as áreas da ionosfera concentrando um gás que esquenta certas áreas... Ondas eletromagnéticas surgem na terra e afetam tudo, seres vivos ou não" (Global Reserch). O cientista de renome mundial, Dr. Rosali Berthel se refere ao HAARP como um gigante aquecedor que pode causar importantes alterações na ionosfera. Para Richard Willians, físico e consultor do David Sarnoff Laboratory em Princeton, "HAARP é um ato de barbárie; os efeitos sob seu uso podem prolongar-se por muitos anos...além disso, o HAARP serve para alterar o sistema de comunicações e de radar do inimigo, pode ainda provocar apagões em regiões inteiras, interrompendo o fluxo de corrente de energia elétrica. A manipulação climática, segundo os observadores, pode ser uma arma "preventiva" por excelência.
Pode ser utilizada tanto em países inimigos como contra países amigos sem seu consentimento. Por isso, quem controle esse conhecimento técnico (como realizar um ataque climático?) poderia usar essa "informação privilegiada" para obter proveito a nível econômico e financeiro. Resumo e extratos de um artigo de Michael Chossudovsky, Global Reserch.
FONTE: CMI MIDIA INDEPENDENTE.
Leiam mais sobre o HAARP no link:
http://celiosiqueira.blogspot.com/2011/09/haarp-no-domingo-espetacular-1109-tv.html
16 de fevereiro de 2010
Tempestades solares afetarão mundo em 2012.
14:21
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SÃO PAULO – Tempestades magnéticas no sol podem danificar sistemas de comunicação e causar blecautes no mundo em 2012.O aviso foi feito enquanto astrônomos se preparam para o lançamento do Solar Dynamics Observatory (SDO), projeto da NASA que irá monitorar de forma muito mais precisa o Sol. “Uma nuvem solar pode literalmente engolir a Terra”, explica o professor Richard Harrison, diretor da divisão de Física Espacial do Rutherford Appleton Laboratory, umas das organizações envolvidas na missão da NASA.
A interação do campo magnético da nuvem com o do nosso planeta pode levar a fenômenos como a formação de auroras boreais, mas também causar impactos nos sistemas de navegação, distribuição de energia e controle de satélites. “Podemos ter blecautes e panes nos sistemas de comunicação”, diz Harrison. Mas calma: não se trata de alguma análise catastrófica ou de previsões do Armageddon envolvendo o ano de 2012.
Este é um fenômeno natural do Sol, que pode nos afetar a qualquer momento, mas torna-se mais provável quando atinge o pico de seu ciclo de 11 anos. “O Sol é uma grande bola de gás, cujos campos magnéticos se embaralham. Não podemos ver na luz visível, mas em ultra violeta percebemos que sua atmosfera não é lisa: parece um espaguete”, ensina o professor. Dessa grande massa saem nuvens carregadas de magnetismo em direção ao espaço, algumas de até um bilhão de toneladas. Elas se propagam e podem chegar à Terra, ou não. “É tudo uma questão de sorte, ou azar – e os efeitos podem ser poucos ou muitos”, explica Harrison. Em 1859, por exemplo, um evento significativo causou problemas no sistema de telégrafos do mundo todo. “Na época, poucas pessoas conseguiram associar a pane ao Sol. Hoje em dia, temos que ter em mente que somos muito mais dependentes de sistemas que podem ser afetados do que antes”, explica Rutherford. Em 2012, o professor ressalta que a transmissão de eventos como as Olimpíadas de Londres poderá ser prejudicada.
Embora possam oferecer riscos à saúde de astronautas no espaço, as partículas dessas nuvens solares não causam problemas algum à saúde humana. Na verdade, elas não podem ser vistas ou sentidas de nenhuma forma pelas pessoas (nem mesmo calor) – e, se não fosse pela interferência que causam em sistemas de comunicação e energia, poderiam passar despercebidas. “Essa interferência pode durar horas, dias... Não se sabe, pois tudo depende da intensidade das nuvens solares. Parece loucura, pois ela não esquenta e não é visível. É como se estivéssemos falando que um monte de nada pode nos afetar. E por isso é tão importante estudar o fenômeno e poder explicá-lo à população”, diz Richard Harrison. Daí a importância do lançamento de equipamentos capazes de analisar o Sol com mais precisão – como os da missão SDO, da NASA. O objetivo é entender a física por trás do fenômeno, poder observar melhor e até prever onde as coisas estão se complicando.
Os equipamentos a bordo (inclusive os cedidos pelo laboratório britânico Rutherford Appleton, onde o professor Harrison trabalha) permitirão enxergar dentro deste “espaguete” com uma resolução dez vezes melhor do que a de uma TV HD. “Serão 1,5 terabytes de informações diárias sobre o Sol enviadas à Terra, o mesmo que baixar meio milhão de músicas na internet”, compara Harrison. Outra finalidade da missão é poder prevenir prejuízos ou o pânico, no caso de um blecaute em larga escala. “Não há nada que se possa fazer para impedir as interferências das nuvens solares, mas gosto de comparar com a previsão do tempo: podemos tomar uma medida para nos proteger, como pegar um guarda chuva, mas não podemos mandar o homem to tempo fazer parar de chover”, brinca o professor.
A interação do campo magnético da nuvem com o do nosso planeta pode levar a fenômenos como a formação de auroras boreais, mas também causar impactos nos sistemas de navegação, distribuição de energia e controle de satélites. “Podemos ter blecautes e panes nos sistemas de comunicação”, diz Harrison. Mas calma: não se trata de alguma análise catastrófica ou de previsões do Armageddon envolvendo o ano de 2012.
Este é um fenômeno natural do Sol, que pode nos afetar a qualquer momento, mas torna-se mais provável quando atinge o pico de seu ciclo de 11 anos. “O Sol é uma grande bola de gás, cujos campos magnéticos se embaralham. Não podemos ver na luz visível, mas em ultra violeta percebemos que sua atmosfera não é lisa: parece um espaguete”, ensina o professor. Dessa grande massa saem nuvens carregadas de magnetismo em direção ao espaço, algumas de até um bilhão de toneladas. Elas se propagam e podem chegar à Terra, ou não. “É tudo uma questão de sorte, ou azar – e os efeitos podem ser poucos ou muitos”, explica Harrison. Em 1859, por exemplo, um evento significativo causou problemas no sistema de telégrafos do mundo todo. “Na época, poucas pessoas conseguiram associar a pane ao Sol. Hoje em dia, temos que ter em mente que somos muito mais dependentes de sistemas que podem ser afetados do que antes”, explica Rutherford. Em 2012, o professor ressalta que a transmissão de eventos como as Olimpíadas de Londres poderá ser prejudicada.
Embora possam oferecer riscos à saúde de astronautas no espaço, as partículas dessas nuvens solares não causam problemas algum à saúde humana. Na verdade, elas não podem ser vistas ou sentidas de nenhuma forma pelas pessoas (nem mesmo calor) – e, se não fosse pela interferência que causam em sistemas de comunicação e energia, poderiam passar despercebidas. “Essa interferência pode durar horas, dias... Não se sabe, pois tudo depende da intensidade das nuvens solares. Parece loucura, pois ela não esquenta e não é visível. É como se estivéssemos falando que um monte de nada pode nos afetar. E por isso é tão importante estudar o fenômeno e poder explicá-lo à população”, diz Richard Harrison. Daí a importância do lançamento de equipamentos capazes de analisar o Sol com mais precisão – como os da missão SDO, da NASA. O objetivo é entender a física por trás do fenômeno, poder observar melhor e até prever onde as coisas estão se complicando.
Os equipamentos a bordo (inclusive os cedidos pelo laboratório britânico Rutherford Appleton, onde o professor Harrison trabalha) permitirão enxergar dentro deste “espaguete” com uma resolução dez vezes melhor do que a de uma TV HD. “Serão 1,5 terabytes de informações diárias sobre o Sol enviadas à Terra, o mesmo que baixar meio milhão de músicas na internet”, compara Harrison. Outra finalidade da missão é poder prevenir prejuízos ou o pânico, no caso de um blecaute em larga escala. “Não há nada que se possa fazer para impedir as interferências das nuvens solares, mas gosto de comparar com a previsão do tempo: podemos tomar uma medida para nos proteger, como pegar um guarda chuva, mas não podemos mandar o homem to tempo fazer parar de chover”, brinca o professor.
Fonte:INFO ABRIL
LINK:http://info.abril.com.br/notic
30 de janeiro de 2010
A ZUMBIFICAÇÃO DA FAMÍLIA E A MORTE DO MUNDO!
23:24
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Mas e não há mais famílias no mundo?...
Claro que há; mas está acabando...
Ainda há pai e mãe, apesar de que muitos são apenas progenitores, e, dia a dia, menos pais e mães de fato...
Daqui a tempos [não muitos tempos] haverá uma grande quantidade de filhos de proveta e sem pais de fato.
Hoje se vê a falta de família determinando os grandes problemas sociais nas grandes cidades do mundo...
São meninos e meninas cheios de ódio e de rancor; tomados de vontade violenta; irreverentes; prontos para qualquer coisa suicida...
Prova disso, além da proliferação das drogas químicas que matam, há ainda os crimes contra pai, mãe, avós e parentes...
O que poderá fazer o Estado em favor de uma sociedade sem famílias?...
Não basta haver progenitores ou agentes legais de paternidade e maternidade...
O que falta mesmo é a velha e saudável noção de família, de casamento, de educação, de respeito, de reverencia pelos mais velhos; e, sobretudo, falta a certeza de que pai e mãe são para sempre...
Ora, este último aspecto é o mais fundamental...
Entretanto, tal conceito está moribundo pelo fato não apenas de os pais se separarem com extrema facilidade, mas, também, em razão de que tais pais, uma vez separados, trabalham contra a antiga família...
São homens, pais, que se vão e não mais voltam...
São mulheres, mães, que uma vez separadas trabalham contra o ex-marido em relação aos filhos...
No fim o que fica são esses meninos zumbis...
Sim! Zumbis sem vida e amor; apenas prontos para os espasmos da vontade suicida e descomprometida com o sentido da vida...
Um mundo assim será uma assombração...
De fato a Terra está se tornando um lugar mal-assombrado...
É do Haiti que hoje me vem a maior inspiração para crer no poder do amor...
É a terra do Vodu?...
É o que dizem...
Todavia, apesar de tudo, na atual catástrofe se viu a poder do amor de pais por seus filhos e de filhos pelos seus pais...
Houve quem, debaixo da terra, cavasse 50 horas, sozinho, a fim de salvar um filho igualmente sob os escombros; tendo o mesmo acontecido também com filhos que viraram tatus em busca de suas mães...
Em New York tal catástrofe talvez não tivesse as histórias pessoais de amor e compromisso com pai, mãe e filhos que se viu e se vê no Haiti...
Aqui, e dizem que o Haiti não é AQUI, o que se vê é um terremoto sem abalos sísmicos, mas que faz a alma tremer de desesperança e desamor...
No processo de glacialização do amor no mundo, a morte do sentido e significado de família é o agente mais devastador...
A Grande Bomba do mundo é a existência sem família e sem amor!...
Quem acha isso “careta” haverá de ver a careta dos filhos contra os pais e dos pais contra os filhos...
Eu creio na essencialidade da família porque eu creio no Pai, no Filho e Espírito Santo!
Quem crê que Deus é amor e que Ele é Pai, Filho e Espírito Santo — esse tem que ver na família o arquétipo de tal verdade eterna, sem a qual os homens, feitos à imagem e semelhança de Deus, se tornam deuses dês-relacionados e perversos...
Quem diz que tem medo de Macumba deve saber que a maior Macumba da Terra é essa que é feita de Despachos de Filhos e de Pais...
É no desamor de tais “despachos” que o diabo cresce no mundo!...
Quanto menos amor nas famílias [...], mais diabo no mundo!
Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça!
Caio Fábio
Caio Fábio
17 de janeiro de 2010
AS PROFECIAS
10:19
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Inúmeras profecias de radiante beleza e glória se encontram disponíveis, são de fácil e simples execução. Porém, ocorre que as profecias só podem cumprir-se com a cooperação de nossa humanidade, que insiste em criar feiúra disseminando o separatismo, o individualismo e a confusa e errada idéia de que nada está vinculado com nada, que cada coisa e ser vivo é isolado no infinito Universo. Nossa mente e coração estão plenamente capacitados e preparados para admitir a verdade, somos um com a única Vida que é imanente em tudo, do mais ínfimo átomo a mais excelsa galáxia. Temos em mão o complicado problema de adaptar nossa civilização a este conceito, algo que não pode mais ser empurrado às futuras gerações.A antiguidade de certos relacionamentos não é garantia de os mesmos continuarem bons. Os tempos mudaram e outras necessidades surgiram, as quais não seriam supridas por pessoas que permanecem as mesmas de sempre.
Cada objeto que você adquire representa tempo que você terá de investir para cuidar desse objeto. Quanto mais objetos uma pessoa adquire, mais ela compromete seu tempo livre, o único em que ela poderia ser ela mesma.
Para algo novo e bom acontecer, será necessário superar a fase de busca de segurança e proteção, porque dentro dessas condições sua alma ficaria distante da necessária aventura que conduziria a novos empreendimentos.
A vida não se resume a satisfazer desejos, próprios ou alheios. É imprescindível construir um plano de vida e trabalhar todos os dias para aproximar-se cada vez mais de sua realização. Viver desejando é pouco.
Quando os pescadores não podem ir ao mar fazer seu trabalho, permanecem na praia cuidando de seus materiais de trabalho, para que quando a hora for oportuna, tudo estiver bem. Faça o mesmo você, cuide de tudo.
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